Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que as coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para vê-las assim."
Por Cecília Meireles - "A arte de ser feliz"
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sábado, 6 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Pontos de Vista
Uma vez uma companhia enviou um vendedor de sapatos a uma cidade na África aonde ele nunca tinha vendido.
Ele era um dos vendedores mais antigos e experientes, e esperavam grandes resultados.
Logo após sua chegada à África, o vendedor escreveu para a companhia dizendo:
- É melhor vocês me chamarem de volta. Aqui ninguém usa sapatos.
Foi chamado de volta.
A companhia decidiu então enviar um outro vendedor que não possuía muita experiência, mas era dotado de grande entusiasmo.
A companhia achava que ele seria capaz de vender alguns pares de sapatos.
Pouco depois de sua chegada ele enviou um telegrama urgente para a firma dizendo:
- Por favor, enviem todos os sapatos disponíveis. Aqui ninguém usa sapatos!
Autor desconhecido
Ele era um dos vendedores mais antigos e experientes, e esperavam grandes resultados.
Logo após sua chegada à África, o vendedor escreveu para a companhia dizendo:
- É melhor vocês me chamarem de volta. Aqui ninguém usa sapatos.
Foi chamado de volta.
A companhia decidiu então enviar um outro vendedor que não possuía muita experiência, mas era dotado de grande entusiasmo.
A companhia achava que ele seria capaz de vender alguns pares de sapatos.
Pouco depois de sua chegada ele enviou um telegrama urgente para a firma dizendo:
- Por favor, enviem todos os sapatos disponíveis. Aqui ninguém usa sapatos!
Autor desconhecido
Brincando de Palitinhos

Apesar de o texto não se referir a uma brincadeira o texto expõe muito bem a idéia a qual apresentarei assim como os fatos.
Entre idas e vindas estamos brincado de palitinho, com nossos sentimentos, emoções, trabalho, idéias, entre outros.
Mesmo que não percebamos entramos dentro de situações indesejadas, fins de estrada que nunca achamos o fim e não basta apenas acelerar para que o carro ande pois o fim é apenas uma classificação.
E os palitinhos estão sempre ali, mudamos, andamos, corremos, rezamos, amamos, torcemos, cozinhamos e estas ações modificam os tão até agora classificados palitinhos.
Não sabemos o certo quantos são nem o lugar ideal para cada um, então fazemos um tipo jogo, onde palitos se movimentam. Quando você muda um palitinho você fica feliz, triste, emocionado(a), chora ou as vezes nada acontece.
Mais estamos sempre brincando de palitinhos, a história nunca muda e nem acaba e por fim a pergunta:
Estamos fazendo a coisa certa?
Entre idas e vindas estamos brincado de palitinho, com nossos sentimentos, emoções, trabalho, idéias, entre outros.
Mesmo que não percebamos entramos dentro de situações indesejadas, fins de estrada que nunca achamos o fim e não basta apenas acelerar para que o carro ande pois o fim é apenas uma classificação.
E os palitinhos estão sempre ali, mudamos, andamos, corremos, rezamos, amamos, torcemos, cozinhamos e estas ações modificam os tão até agora classificados palitinhos.
Não sabemos o certo quantos são nem o lugar ideal para cada um, então fazemos um tipo jogo, onde palitos se movimentam. Quando você muda um palitinho você fica feliz, triste, emocionado(a), chora ou as vezes nada acontece.
Mais estamos sempre brincando de palitinhos, a história nunca muda e nem acaba e por fim a pergunta:
Estamos fazendo a coisa certa?
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Física
Física (do grego antigo: φύσις physis "natureza") é a ciência que estuda a natureza e seus fenômenos em seus aspectos mais gerais. Analisa suas relações e propriedades, além de descrever e explicar a maior parte de suas consequências. Busca a compreensão científica dos comportamentos naturais e gerais do mundo em nosso torno, desde as partículas elementares até o universo como um todo.
